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segunda-feira, 30 de junho de 2008

Para meus amigos da Comunicação Social/UFES

Pois é... tenho que admitir: o churrascom 2008/1 foi um sucesso!!


Gostaria de comentar sobre as discussões acerca do evento que rolaram durante bom tempo na CACOS lista, mas felizmente, eu não faço parte da mesma. E eu digo felizmente porque, fora os assunto de relevância sobre o curso - que eram poucos, quando participei da lista a minha caixa de e-mail vivia lotada de comentários idiotas, discussões sem sentido e baixarias vergonhosas. Mas tudo que ouvi falar referente o churrascom foi pela boca dos outros. Portanto, não sei de fato quem reclamou e qual o teor da reclamação, ou quem quis esculachar e "dar lição de moral" nos calouros. Só sei que a espetacularização e a perda das características originais do referido evento foi o assunto principal. Pois bem, registro aqui a minha saitsfação com a edição deste semestre e digo o porquê: Fui a pouquíssimos churrascom's e calouradas diversas desde que entrei na Ufes, mas dos que fui só me lembro de passar raiva porque a cerveja era ruim e quente, do churrasco que eu nunca nem sentia o cheiro, das bandinhas de muito mau gosto (salvo algumas excessões) e dos "bebuns" de sempre!


Uma coisa que aprendi no mercado de trabalho é que, não importa que trabalho você faça, o seu cliente ou consumidor tem que ficar SATISFEITO! E foi assim que me senti quando deixei o churrascom às 20:00hs. A cerveja, embora fosse Itaipava, estava super gelada durante a tarde toda (Melhor Itaipava gelada do que skol quente!), a carne foi servida durante a tarde toda (e eu comi até enjoar!), a música era boa e, é claro, a diversão era proporcionada pelos "bebuns" e pelos inusitados casais momentâneos. E mais... teve até gente que "saiu do armário"!

Parabéns aos organizadores, e me desculpem os chatos e "pseudo-engajados" do curso de comunicação, mas vocês perderam uma boa oportunidade de serem respeitados não pelas diferenças ou pelas palavras inteligentes, mas pela simples atitude de respeitar o desejo doutro, o desejo da maioria, ou melhor, o desejo do mercado. Pois é para isso que estamos sendo instruídos! Ou será que os revoltosos vão para um mercado de trabalho diferente do nosso?
Como está na comunidade dos calouros: O homem não vive só: carece de se integrar, de pertencer, no sentido absoluto, ao grupo em que se move. E a sua integração depende fundamentalmente de sua capacidade de comunicação.

E tenho dito!

Reclamações e sugestões: ouvidoriacacos@yahoo.com.br